Sunday, September 1, 2013

Amor em chamas

Como reagir quando o amor arde? consome-se todo nas labaredas e desaparece! deixando apenas a cinza e a terra enegrecida pela mesma.
Quem corre primeiro é o desespero mas ele depressa se cansa, tem pouca resistência coitado, toda a gente evita usá-lo. É a tristeza que o substitui, essa já é mais experiente a teimosia dela leva a melhor e as pessoas não a expulsam tão facilmente,
É isto que ocorre quando deflagram incêndios pungentes pelo nosso país, (tão lindo que ele era!) o amor que centenas de pessoas dedicaram às suas propriedades desaparece, sobra a terra.
E agora? são mãos cansadas pelos anos que ainda querem dar amor, as outras mãos não, nem pensar nisso! a falta de calo e o ócio da distracção fácil remete-as à inércia.
As lágrimas ajudam, quem disser o contrário nunca chorou por algo válido! e estas vão sarar a terra, a água ajuda sempre a que nasçam novos malmequeres, oliveiras e outras coisas deliciosas à vista e algumas ao paladar.
Eu só vi um dos sitios que me é mais querido, depois da hora vermelha, só consigo imaginar a inquietação e os gritos de pavor ocasionais de quem assistiu e só com isso a visão fica turva.
Vai demorar anos mas que sejam rápidos! fico ansiosa por reaver este lugar especial, ele curava-me sabem? Agora é a minha vez!



Sophia Doppio

Thursday, August 29, 2013

Bad Breath

Todos conhecemos a sensação que provoca o mau hálito de outrem, é por isso que nos afastamos (1), sustemos a respiração (2), oferecemos uma pastilha inocente (3) ou em último caso notificamos a pessoa da festa de bactérias que está a decorrer no pavilhão "A Boca".
Pois bem, na minha longuíssima vida já encontrei várias pessoas com este dilema e achei engraçado constatar que os procedimentos de "protecção" para ele são muito similares aos que uso para lidar com o mau humor.
Ora, o mau humor tem tendência a ser demonstrado em qualquer acção, o que não acontece com a halitose, para essa a pessoa tem de abrir a boca.
+Frequência = +Urgência de protecção
Assim,
1- Afastamo-nos
2- Não falamos na esperança de que passe
3- Proporcionamos uma distracção
4- Dizemos à pessoa para não descarregar, pelo menos em pessoas alheias à causa

Sophia Doppio

Monday, August 26, 2013

ANÛS!

Será desígnio cósmico que os seres supostamente racionais que me rodeiam se empenhem no caos pela altura dos meus anos?
Eis a  razão pela qual a celebração nunca me é querida, é que o retorno ao ócio é forçado, sou eu que o provoco, com ameaças e chantagens.
E é em comodidade trémula (pelo tom falso em que me cantam os parabéns) que eu apago as velas.
Bom pelo menos a acalmia serve para a posterioridade.

Sunday, August 25, 2013

Zulmira, tão linda...

Esta é a minha história.

Descobri-a numa alface! Toda ela muito verdinha (a alface não a rãzinha xD).
Apeguei-me aquela criatura que com os seus três centímetros e a pele fria me levou a construir uma casa em menos de cinco minutos.
Por lá pulou, nadou, nadou, nadou mais um pouco e continuou a nadar, até que fui aos arrozais para a libertar.
Chamei-lhe Zulmira, estes foram só trinta minutos da sua história.


Sophia Doppio

Saturday, August 24, 2013

La musique, c'est vie

Tenho saudades de quando cantava no chuveiro, nessa altura conseguia abstrair-me de todos os problemas que me perturbavam. Esses tempos já passaram mas ainda amo  a musica em diferentes níveis.
Portanto, vim partilhar convosco aquilo que considerei ser um grande achado!

http://www.music-map.com/

Este site serve para descobrir as bandas que estão mais próximas daquelas que nós já gostamos. Enjoy ;)

Sophia Doppio

Friday, August 2, 2013

Desproporcionalidade

O amor não dá espaço a defeitos, porque é cego.
Ele vê defeitos.
Logo, ele não me ama porque não está cego.

Usando a filosofia de décimo primeiro ano aprendemos a tirar estas conclusões da lógica da batata.
A vida não se resume a essa lógica, se assim fosse mal estaríamos.

Thursday, August 1, 2013

Isto É O Que Importa

Tenho sorte.
Nasci num mundo em que faço parte da maioria, a esmagadora maioria, que infelizmente não incorpora só os honestos. Compreendo o medo que os compele ao recato, já observei cenas de ódio por coisas menos importantes (esperem, será que isto é algo importante?).
A Compreensão é o problema, é que ninguém compreende verdadeiramente, só quem está na mesma situação, portanto vou afirmar que Aceito, para não mentir. 
Estou a falar de orientações sexuais, tudo o que não é Heterossexual.
As correntes situações no nosso país compelem-me à raiva, por sentir a discriminação para com algumas das minhas pessoas. Não percebo.
O que importa é haver AMOR.
Para todos os outros: